"Você sempre fez questão de jogar tudo que tínhamos ao vento, e cabia sempre a mim segurar o que você jogava. Um dia você jogou, e cansado de sempre pegar tudo, abri mãos, e se foi como o vento na areia da praia."
"E como eu ia saber? Se imaginasse que ia gostar de você assim, nem tinha passado perto. Andaria rápido, olhando pra baixo."
"— Você me assusta sabia !
— Ótimo!"
— Ótimo!"
"Pode e deve mentir. Fala que precisa de um tempo pra você, que tem medo, que não é a hora. Sei lá! Só não me fala que deixou de gostar."




